Tintas Remoeste

janeiro 29, 2010 por Alexandre Kucarcz Cordeiro  
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Nome:  Tintas Remoeste

Descrição:  Site dinamico para divulgar uma loja de Tintas, contem dicas de pintura acrescentadas periodicamente.

Linguagem: PHP

Banco de Dados: Mysql

Data:  2008

Link: www.tintasremoeste.com.br

Desenvolvedor: Alexandre Kucarcz Cordeiro

Curso Itália Viva

janeiro 2, 2010 por Alexandre Kucarcz Cordeiro  
Arquivado em Clientes

Nome:  Curso Italia Viva

Descrição:  Site de curso de italiano, localizado em curitiba, Paraná.

Linguagem: PHP

Banco de Dados: Mysql

Data:  2009

Link: www.cursoitaliaviva.com.br

Desenvolvedor: Alexandre Kucarcz Cordeiro / Roberto João Rosa Jr.

Versão 3.6 do Firefox

dezembro 29, 2009 por Alexandre Kucarcz Cordeiro  
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Lançamento estava previsto para o final de 2009. Firefox 4.0 deve sair no final de 2010 ou no início de 2011.

A Mozilla adiou para o primeiro trimestre de 2010 o lançamento da versão 3.6 do navegador Firefox que, segundo o site de tecnologia Cnet News, estava previsto para dezembro de 2009. A previsão do lançamento pode ser vista no site MozillaWiki, onde a Fundação Mozilla e voluntários apresentam planos de desenvolvimento de softwares.

Ainda segundo o Mozilla Wiki, o Firefox 4.0 deve ser lançado no final de 2010 ou no início de 2011.

A versão Firefox 3.6 Beta está disponível para download gratuito no Baixatudo. A versão 3.5 do navegador foi lançada em junho de 2009.

Plugins do WordPress

julho 16, 2009 por Alexandre Kucarcz Cordeiro  
Arquivado em Tecnologia

Em um blog feito com o WordPress, os plugins são fundamentais para o sucesso de um site.  Experimente postar excelentes textos sem ter instalado por exemplo os plugins All in One SEO Pack ou o Google XML Sitemaps.  Sem esses plugins, a divulgação do seu site nos buscadores, em especial o Google, será um fracasso.

Plugins não existem apenas para ajudar na indexação de suas páginas aos mecanismos de busca. Há aqueles projetados para melhorar a experiência de leitura (como o Similar Posts e o Popular Posts) ou satisfazer os visitantes mais participativos (Subscribe to Comments, Contact Form 7, Get Recent Comments…).

Abaixo, listamos alguns plugins essenciais, ou seja, praticamente necessários para um bom desempenho e sucesso de um site.

Akismet, por Matt Mullenweg – Poderosa ferramenta que bloqueia os spams automáticos.

All in One SEO Pack, por Michael Torbert – A mais prática e eficiente ferramenta de Search Engine Optimization para WordPress. A cada post, configure como quer vê-lo aparecer nas buscas do Google e de outras ferramentas, definindo título, descrição e palavras-chave. Não o utilize de maneira desonesta, no entanto, pois seu site pode simplesmente ser varrido das buscas se o Google descobrir (e ele descobre, pode acreditar).

Breadcrumb Navigation XT, por John Havlik e Michael Wohrer – Mostra, acima de cada post, os atalhos de navegação, situando o leitor.

Contact Form 7, por Takayuki Miyoshi – Sensacional formulário de contato. Extremamente flexível, se você souber usar bem as tags de comando. Usando apenas esse plugin, você pode ter de 1 a 1 milhão de formulários diferentes em seu blog.

Datafeedr Random Ads, por Datafeedr.com – Permite que, com o uso de uma única tag, você tenha vários banners (de anúncio ou não) se revezando aleatoriamente. Muito bom.

FeedBurner FeedSmith, por FeedBurner – Criada pelo lendário Steve Smith e posteriormente incorporada ao FeedBurner/Google, essa ferramenta redireciona todos os feeds originalmente disponibilizados pelo seu site (xml, atom, rss2) para o feed que você queimou no FeedBurner. Indispensável para o conhecimento do número total de assinantes.

Get Recent Comments, por Krischan Jodies – Mostra em sua sidebar os últimos comentários e/ou trackbacks, à sua escolha. Você tem também controle sobre o número de comentários/trackbacks, o número de caracteres e os elementos a serem exibidos (título do post, nome do comentarista, data do post ou do comentário, número de comentários e/ou pageviews do post…).

Google XML Sitemaps, por Arne Brachhold – Ajuda a criar um mapa do seu site. Depois, via Google Webmaster Tools, você o submeterá ao Google, e dentro de poucas horas os robôs do Google se sentirão mais à vontade vasculhando e levando suas páginas e posts para seus resultados de busca.

Hyper Cache, por Satollo – Em primeiro lugar, não o utilize se você já tem instalado o WP Super-Cache. Não use! Pode haver conflito e levar à bancarrota seu servidor.

Limit Posts, por Alfonso Sánchez-Paus Díaz e Julián Simón de Castro – Permite os famosos “Leia mais” após cada início de post exibido na página inicial.

MobilePress, por Younique – Permite a seu blog ser acessado, redesenhado e lido via celulares.

Most Popular Posts, por Wes Goodhoofd – Mostra a lista dos posts mais comentados de seu blog (em todos os tempos e somente em todos os tempos).

Popular Posts, por Rob Marsh – Mostra a lista dos posts mais acessados, no período de tempo que você determinar. É um plugin bastante flexível – você pode determinar a quantidade de posts na lista, excluir determinados posts, incluir páginas, etc.

Post-Plugin Library, por Rob Marsh – Por si só, não faz nada. Mas é de instalação obrigatória para dar suporte a plugins como o Similar Posts (ver abaixo).

RSS Footer, por Joost de Valk – Com ele, é possível adicionar linhas de texto ao final de seus feeds. HTML permitido.

Similar Posts, por Rob Marsh – Altamente configurável, lista ao final dos posts uma série de posts com conteúdo similar.

Subscribe to Comments, por Mark Jaquith – Dá a comentaristas de posts específicos a opção de receber no e-mail comentários subsequentes àqueles posts.

WordPress Database Backup, por Austin Matzko – Pois é… o backup automático do seu blog (a cada hora, diário ou semanal, você escolhe) enviado bonitinho para o seu e-mail. É o teste definitivo de sanidade do blogueiro WordPress.org – aquele que não o tem instalado… evite sua companhia.

WP Greet Box, Thaya Kareeson – Abre uma caixa de boas-vindas personalizadas a leitores vindos dos mais diversos sites (Google e Twitter, por exemplo; mas você adicionar – e excluir – qualquer site). A tag de comando pode entrar antes ou após os posts.

Por que as pessoas leem blogs ao invés de portais de notícias?

julho 15, 2009 por Alexandre Kucarcz Cordeiro  
Arquivado em Tecnologia

Você já se fez essa pergunta? Os blogs teriam chegado a um patamar de qualidade de conteúdo maior do que o da grande imprensa? Seria a mudança geracional dos leitores? A tal web 2.0? Talvez. Mas um dos possíveis motivos para a queda de leitura da grande imprensa online atende pelo sigla SEO. Não se preocupe, não irei discorrer sobre monetização e sim como os sites noticiosos da grande imprensa não se adaptaram a mudança de comportamento que todos já estão carecas de saber: as pessoas não acessam mais; elas buscam.

Os trabalhos de BATTELLE, TAPSCOTT, MEYER, e SANTANNA falam amplamente das características do leitor digital. Contudo, basta conversar com qualquer editor de redação on-line para ele atestar o fato de que a maior parte do tráfego do site advém do Google. Esse fenômeno é observável em qualquer local público de acesso à internet. As pessoas trocaram os favoritos e a digitação manual pelo conforto e a praticidade de uma busca eficiente. Diante essa realidade, pergunto: ao realizar suas buscas, quantas vezes um site de jornal ou revista de grande circulação apareceu na primeira página de resultados? Faça o teste. Você verá que raramente eles aparecem. As primeiras páginas do Google são praticamente domínio de blogs e de wikis. Mérito deles? Em alguns casos sim, mas mérito maior das plataformas de conteúdo:

A maioria das empresas renega plataformas livres de publicação de conteúdo, pois temem a falta de suporte. O resultado é a aquisição de CMSs fechados ou o desenvolvimento de soluções in house que, sem as devidas personalizações, não são semanticamente corretas. Por outro lado, praticamente todos os blogs são construídos em cima das plataformas WordPress e Blogger. Ao contrário dos pacotes fechados, os desenvolvedores e as centenas de voluntários em torno desses dois projetos trabalham versão a versão para deixá-los cada vez mais corretos e adequados ao W3C e aos principais padrões web.

As URIs das notícias dos sites da grande imprensa geralmente são compostas de códigos gerados aleatoriamente pelos CMSs ao invés de trazerem o conteúdo da manchete. Estruturas de endereços não amigáveis fazem com que as páginas percam relevância para o Google.
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Alguns dos sites de jornais e revista que testei desconhecem o que é SiteMap e Robots.txt. A ausência desses dois mecanismos também faz qualquer página perder muitos pontos nos resultados orgânicos dos mecanismos de busca.

A junção da tecnologia dos blogs, a ausência de tecnologia dos sites da grande imprensa e o novo comportamento dos leitores acaba retroalimentando o sistema. O novo usuário busca o conteúdo que aparece na primeira página dos sites de busca – independentemente de grandes critérios qualitativos ou de reputação, basta que o conteúdo responda a pergunta da busca e a minha experiência como professor universitário, infelizmente, comprova isso -, com plataformas mais otimizadas, blogs e páginas wiki sempre aparecem nas primeiras páginas e, logo, são mais clicadas e referenciadas.

Desta forma, o algoritmo do Google entende que esse tipo de conteúdo é mais relevante do que os conteúdos dos sites de imprensa. Com a repetição desse ciclo, os sites jornalísticos – a despeito da crise do setor – são, cada vez mais, relegados às últimas páginas dos resultados de busca. Por isso, além do investimento em conteúdo de qualidade, relevante e exclusivo, é preciso também melhorar as plataformas de conteúdo e não ter medo do que é gratuito. Um bom ponto de partida para iniciar essa mudança é a leitura do Googles Search Engine Optimization Starter Guide (PDF).

Fonte: http://imezzo.wordpress.com/

(Os textos apresentados neste Boletim são extraídos das fontes citadas ao final de cada matéria, cabendo as fontes apresentadas o crédito pelas mesmas).

Live streaming

julho 8, 2009 por Alexandre Kucarcz Cordeiro  
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Audiência de eventos ‘live streaming’ cresce no País

O chamado “live streaming” é a transmissão em tempo real pela internet. No caso de “Lost”, funciona da seguinte maneira: nos EUA, alguém conecta seu televisor ao computador e depois usa um site para retransmitir o sinal. Alguns fazem o streaming com a opção de “closed caption” ligada, para facilitar a compreensão da língua original.

A página mais popular desse gênero é o Justin TV (www.justin.tv), especializada em exibir eventos esportivos. A qualidade do sinal não é perfeita. Dependendo do número de pessoas que estiverem acompanhando, a transmissão cai. Tenerry não liga para a dificuldade que tem em usar o Justin. “É a necessidade de saber, de resolver logo algumas dúvidas. Sou ansioso”, admite.

O “live streaming” é uma aposta entre os sites das emissoras de TV do Brasil. O torneio de Wimbledon foi transmitido ao vivo pela página do SporTV e pelo Globo.com – mesmo para quem não é assinante. Em junho, o site do SporTV registrou 9 milhões de video views.

O Multishow transmitiu o festival Planeta Atlântida e o show do Radiohead em São Paulo ao vivo pela internet – enquanto, na TV, a apresentação da banda inglesa foi interrompida para dar lugar ao Big Brother Brasil. O site busca, assim, ter vida própria; quer deixar de ser só um complemento do canal.

“Não esperamos que os telespectadores caiam no canal 42 e, então, nos visitem. Nós vamos lá na internet buscá-los”, diz Daniela Mignani, gerente de marketing do Multishow.

O Terra TV atinge picos de audiências durante “live streamings”: nas coberturas do carnaval de Salvador e transmissão de jogos de futebol. Uma partida do último Campeonato Sul-Americano Sub 20, entre Brasil e Argentina, registrou 387 mil “webespectadores”. Uma audiência notável quando comparada com a da TV paga.

ONDE VER:

- Globo: Trechos de programas, reportagens e lances esportivos (do SporTV, inclusive). Para assinantes, o conteúdo é na íntegra (www.globo.com);

- Record: Canal no YouTube passa novelas e séries (www.youtube.com/rederecord);

- Band: Todos os programas podem ser vistos na web (www.band.com.br);

- Rede TV!: Novo portal foca na produção de vídeos (www.redetv.com.br);

- ESPN Brasil: Trechos de programas e grandes reportagens do canal de esportes (www.espn.com.br);

- MTV: A programação inteira está no www.mtv.com.br;

- Terra: Séries de TV e jogos de futebol (www.terratv.com.br);

UOL: Parceira de BandNews, Cartoon, Cultura, Discovery e TNT (www.tvuol.com.br);

- All TV: Pioneira na TV online, com programação própria (www.alltv.com.br);

- Just TV: Web TV 24 horas ao vivo (www.justtv.com.br);

- TV Jam: Só atrações esportivas (www.tvjam.com.br);

- WTN: Canal online de entretenimento (www.wtn.com.br).

São Gabriel Peças

junho 11, 2009 por Alexandre Kucarcz Cordeiro  
Arquivado em Clientes

Nome:  São Gabriel Peças

Descrição:  Site dinâmico institucional para divulgar uma distribuidora de autos peças da cidade de Colombo-PR.

Linguagem: PHP

Banco de Dados: Mysql

Data:  2009

Link: http://saogabrielpecas.com.br

Desenvolvedor: Alexandre Kucarcz Cordeiro